O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é comemorado em 21 de setembro. Em alusão a esta data, a Prefeitura Municipal de Alhandra, por meio da Secretaria de Saúde e com o apoio da Secretaria de Educação, promoveu nesta quarta-feira, 25 de Setembro, um dia de lazer e diversão que reuniu diversas pessoas portadoras de deficiência do município, na Pousada Paraíso dos Colibris, na cidade de Conde.

A ação com o tema: “somos todos iguais” teve o objetivo de promover a integração de pessoas com necessidades especiais, residentes em Alhandra.

Na ocasião, foram realizadas atividades de descontração e lazer, como passeio de pedalinho, karaokê, auriculoterapia, massagem, alongamento, oficina de vôlei, jogo de futebol e shows promovidos pelo Centro de Atividades Especiais Helena Holanda e Instituto dos Cegos da Paraíba.

O prefeito de Alhandra, Renato Mendes, esteve presente na ação e falou da importância de promover a inclusão. “As pessoas com deficiência são motivadas a lutarem por uma sociedade inclusiva e esse evento mostra que é possível e necessário promover a integração. Essa é uma data muito importante, de forma que, chama a atenção para o tratamento de maneira igualitária e sem preconceitos.” – ressaltou o prefeito durante o evento, onde recebeu o carinho dos participantes.

A ação também contou com a participação de acompanhantes dos portadores de necessidades especiais, além de profissionais de saúde – incluindo o SAMU do município que prestou o suporte ao público, e ainda profissionais da educação, representantes da Secretaria de Ação Social, integrantes da banda Acredite e integrantes da banda do Instituto dos Cegos.

Albarina Kelly, secretária de Saúde, explicou que é necessário intensificar as políticas públicas e atuar na conscientização do tema: “Somos Todos Iguais”.

“Estamos trabalhando firme para que Alhandra seja uma cidade cada vez mais inclusiva. Nossa missão é que as pessoas com deficiência desenvolvam todas as suas potencialidades e levem uma vida digna. Por isso, nada mais justo ao afirmar que somos todos iguais”, concluiu Albarina.